A gravidade tudo vence.
Tudo cai por terra, cai no chão.
Lá se vão os anos de memória esquecida,
jovialidade sexual,
a maça profana,
a costela de Adão.
Dêem graças: tudo cai.
É bom nosso amor assim:
Muita raiz, pouca asa.
Estando no ar, nosso amor voa
Estando na terra, nosso amor floresce.
A gravidade tudo vence.
Uma hora tudo cai.
Tudo aqui é efêmero.
Nosso amor, já chão,
a Poesia é composto e nós:
duas flores unidas.
Tudo cai no chão.
Tudo é efêmero.
Nosso amor não.
Tudo cai por terra, cai no chão.
Lá se vão os anos de memória esquecida,
jovialidade sexual,
a maça profana,
a costela de Adão.
Dêem graças: tudo cai.
É bom nosso amor assim:
Muita raiz, pouca asa.
Estando no ar, nosso amor voa
Estando na terra, nosso amor floresce.
A gravidade tudo vence.
Uma hora tudo cai.
Tudo aqui é efêmero.
Nosso amor, já chão,
a Poesia é composto e nós:
duas flores unidas.
Tudo cai no chão.
Tudo é efêmero.
Nosso amor não.
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